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O céu desfia um sopro quieto nos rostos.
Acende-se a lua. Translúcida, adormece um sono cálido nos olhares.
Anoitece devagar. Dizia nunca esquecerei, e lembro-me (...) E tudo isto é agora pouco para te conter.
Agora, és o rio e as margens e a nascente; és o dia e a tarde dentro do dia e o sol dentro da tarde; és o mundo todo por seres a sua pele.
[ josé luís peixoto morreste-me


5 comentários:
a música nos
lençóis
alvos
briiiiiiiiisa
no canto
inferior
esquerdo
da cama
onde
também
me
en-rosco
in-fetada,
*
Muito bonita a postagem, o poema, as fotos.
abraços
hola lucy
hacía mucho que no miraba tus blogs.
sigues con esa nostalgia...
abrazo.
(siempre tenemos nostalgia de algo/alguien)
de um lado ao outro,
maravilhoso... tudo.
haverá que ressuscitar e
desenrolar a pele
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